Semanário O País


Luisete Araújo - O que fará

se ganhar as eleições presidenciais?



De: JOSE KALIENDE


Boa tarde,venho solicitar um pequeno texto (cerca de 4 mil e 500 caracteres) para o semanário O País, respondendo, na qualidade de candidato à Presidência da República, às seguintes questões:No actual cenário político, com a maioria parlamentar detida pelo MPLA, com o governo formado exclusivamente pelo MPLA, com o Orçamento de Estado aprovado, com o plano do governo aprovado para os próximos três anos. Sabendo que o Presidente da República é o chefe do governo (neste sistema "de pendor presidencial"), o que fará se ganhar as eleições presidenciais? - Como será lidar com um parlamento dominado pelo MPLA e com um governo do MPLA?
Porquê que acha que no actual sistema "de pendor presidencial" o Presidente não deve ser eleito pelo parlamento? Não seria o ideal (desde que tivesse que ser o chefe de um partido) para evitar conflitos institucionais entre a presidência, o governo e o parlamento? Se lhe for possível envie a resposta, por favor, com a brevidade que puder.Muito obrigado JK.

1. A questão da governação tem mais a ver com os princípios, com a visão de sociedade e com a metodologia de direcção de cada governante. A questão de dirigir um país, um governo tem pouco a ver com a questão partidária. É aqui onde erramos sempre. Fazemos compromisso com o regime interno do Partido e não com a ciência de dirigir, logo, em vez de servirmos a maioria, caímos no erro de fazer as vontades de um pequeno grupo.

2 – Se ganhar as eleições a primeira premissa é pôr ordem em tudo. Mesmo se o OGE esteja aprovado ou não, desde que haja transparência, pode-se muito bem-fazer um trabalho digno disso. Porém, actualmente, não temos projectos de sociedade credíveis e científicos, gizados. Muitos são aqueles que admitem termos falta de dirigentes mais íntegros, compenetrados, capazes e de bom senso a frente das estruturas afins. Não há rigor naquilo que devíamos chamar a cultura de resultados. Não há seriedade nas estruturas de fiscalização e controlo das actividades governamentais.

3 – Mesmo sendo de pendor presidencial ou presidencialista, em tudo deve primar o respeito. Não é o caso agora. O relacionamento entre o Presidente da República, os ministérios e seus ministros, é mais de índole ideológico partidário cuja disciplina é vertical e de obediência cega e não profissional. Há falta de protagonismo e independência por parte do primeiro-ministro.

4 – O relacionamento com o parlamento tem de ser com base no diálogo e com respeito aos mecanismos que tem de existir que ligam os poderes presidenciais, executivos e legislativos. Se formos disciplinados no cumprimento daquilo que está estatuído, não tememos as maiorias ou minorias, tememos simplesmente a razão. E a razão quem a tem é sempre o povo que a gente diz servir. Ora, hoje, não sabemos exactamente o que o PR e o governo em exercício querem para com Angola, o que temos para se poder implementar os programas traçados; nem onde efectivamente queremos chegar, quando, cada dia em que o Sol nasce, tomamos nova direcção deixando os trabalhos a meias ou removendo os trabalhos que foram feitos de improviso.

5. A questão da eleição pela forma indirecta, só se põe pelo facto de não estar estatuído. O povo que é o soberano não votou isso, mesmo os militantes do MPLA, não votaram para isso. Respeitemos o povo se queremos que ele nos respeite, do contrário é sim ditadura e o século XXI já não se presta à este tipo de regime que não deixa de ser inumano.

Portanto, antes de se idealizar seja o que for, para dar bons frutos e não se esbanjar meios que salvariam milhares de vidas, é fundamental pôr-se ordem a quase tudo, a começar pela forma de pensar dos dirigentes. Podemos ter ideias brilhantes, mas se esses pressupostos acima descritos não forem observados, todo esforço do governo resulta no que estamos a ver.
É urgente implantarmos a cultura do diálogo, do respeito e do dever com responsabilidade e honestidade.
A CANDIDATA DO POVO
LUISETE QUER APOIO DOS
PARTIDOS POLITICOS
Visita de Cortesia
LUISETE E EDUARDO KWANGANA ´PRS´

A VOZ DO POVO
Encontro de Cortesia
LUISETE & NGOLA KABANGO
3 FESTIVAL DE CINEMA 2009
video


100 dias de governação

Luisete Macedo Araújo
candidata às presidenciais 2009
14 de Janeiro 2009

"Teríamos aplaudido se o intelecto nos dissesse que a quantidade bruta se sobrepõe a qualidade justa. Como diz o contrário, prefiro seguir a voz da razão e o eco da minha consciência. E como o meu subconsciente adverte-me não vergar diante do sensacionalismo, mantenho a minha linha que dá prioridade a necessidade da crítica, até que o equilíbrio se transforme em lei. Enquanto o equilíbrio na gestão da coisa pública for excepção, prossigo a obrigação de privilegiar a denúncia do que vai mal. Esta é uma das melhores formas de se solidarizar com as massas, quando se está desprovido de meios."

Por conseguinte, tenho a dizer que: a dinâmica administrativa do governo actual nos vários sectores da política, do social e da economia, segue o seu ritmo normal que é caracterizado pelas estratégias que foram projectadas desde os anos anteriores às eleições passadas.

Falar de 100 dias, teria grande realce e sentido se esses estivessem compactados numa lógica de inovação das suas políticas de governação, conciliadas com as linhas orientadoras e os mecanismos de acompanhamento da prossecução do que fora programado. Os alicerces que sustentam o edifício, são velhos, não foram rectificados desde que o partido da situação existe.
Portanto, as obras que apreciamos aparentam os mesmos estilos e prosseguem os mesmos objectivos iniciais. Ou seja: fazem de contas que se avança para o bem comum, quando na realidade, a uns se oferece uma gruta, e a outros um palácio. Isto, não é só uma grande violação aos valores morais, é acima de tudo um atentado à "personalidade" individual do cidadão.
Não é preciso chamarmos inútil a alguém, quando pretendemos reduzi-lo a zero; basta este tipo de procedimento descriminatório. É o que vemos agora.

O desdém com que muitos se oferecem a falar das casas que são destinadas ao povo como uma das maiores conquistas do governo, quando ninguém se dignou em permanecer um único minuto dentro delas ao meio dia, ou 10 minutos em convivência com a gente que habita tais aglomerados, espelha bem o que se pretende para com os angolanos. Angola está a estratificar-se por camadas bem agrupadas, com gente muito bem seleccionada. Basta ver o que são clínicas e para quem se destinam os hospitais.

Numa única palavra, digo que não é justo. As eleições ou o seu resultado, ao meu ver, não alteraram até aqui o curso dos acontecimentos. Repito o que tenho vindo a dizer: na conjuntura, não são os homens que devem ser avaliados. O que deve ser vigiado, são os princípios que definem as metas a atingir pelos sectores afins. Não pretendo tirar o mérito individual a nenhum dos governantes, sobretudo no que toca à coragem que muitos têm em negar as orientações que em nada abonam os interesses do colectivo.

A verdade é uma: no meu ponto de vista, o governo deveria fazer um compasso de espera, rever e rectificar o seu programa e o Presidente da República que também é o chefe do governo, por sua vez, deveria ter a coragem de vir a terreiro e reconhecer que cometeu-se erro na concepção e se tem precipitado na materialização do programa de Construção e Reconstrução de Angola.
Estamos a esbanjar muito dinheiro que daria para coisas muito mais úteis ao povo no geral; continuamos a nada fazer na preparação dos angolanos; continuamos a assinar contratos que privilegiam a importação de cérebros e mão-de-obra estrangeira; continuamos a menosprezar e a não consultar o povo que dirigimos; continuamos a coarctar politicamente as consciências dos quadros e intelectuais, e a investir em futilidades que em nada beneficiam a maioria; as mortes nas estradas e outras que não têm nada de natural e em número assustador, espelham igualmente o real interesse deste governo em resolver os problemas do povo. Não é só SIDA, é má governação.

Para terminar, sou sincera em dizer que: "Estamos retidos na maior sequência de problemas burocráticos. Só não se atomizam as gafes desta governação porque o povo angolano é um dos mais educados do mundo."

Jornal AGORA

Encontro de cortesia

LUISETE - SAMAKUVA


Durante o encontro, Luisete Araújo e Isaías Samakuva trocaram impressões sobre o actual momento político, apontando preocupações que dizem respeito à liberdade individual do cidadão e de haver “sinais que indicam que o país está a recuar quanto às conquistas democráticas”. Depois de analisarem o ambiente político em que se realizaram as eleições legislativas de 5 de Setembro, nas quais o seu partido elegeu apenas 16 deputados para o Parlamento, o líder da UNITA disse que “as eleições devem permitir que o cidadão se pronuncie livremente, sem constrangimentos”. A pré-candidata às eleições presidenciais, Luisete Macedo Araújo, disse que os órgãos de comunicação social estatais não permitiram aos partidos da oposição expor as suas ideias.


Fonte Jornal de Angola

PROMETO


Não seguirei as mesmas políticas do actual presidente em termos económicos. Criarei novos postos de trabalho sem ter que recorrer ao petróleo, quero fazer de Angola uma grande nação com ajuda do povo
Luisete Macedo Araújo
Candidata às eleições presidenciais

Nota de Imprensa
Mensagem de condolências


Aos familiares e amigos
Aos militantes e membros do PLD
Ao povo angolano em geral

Foi com profunda consternação que tomamos conhecimento do passamento físico da cidadã Anália de Vitória Pereira, presidente do PLD, ocorrido no passado dia 07 de Janeiro de 2007.

Com este infortúnio, os angolanos no geral acabam de perder mais um cérebro patriótico, mais uma voz daqueles que não têm voz, mais uma militante obstinada e sempre devotada à causa daqueles que mais sofrem, em particular as mulheres.

Anália de Vitória Pereira, pela sua coragem e lucidez política, foi durante a sua brilhante carreira um verdadeiro ícone de referência positiva que inspirou demais nacionalistas à enveredarem por esta via de resistência e em defesa dos mais desfavorecidos. Aí nos reconhecemos e por tal, nesta hora de dor e recolhimento, queremos nos associar aos angolanos espalhados por esta Angola e não só, os nossos sentimentos de pesar e endereçar à família enlutada e aos militantes do PLD a nossa solidariedade e os mais sentidos pêsames.

2009 LUISETE ARAÚJO A ESCOLHA DO POVO


Luisete Macedo Araújo, em entrevista a uma das rádios da capital considerou que: “ ainda me falta apoio massivo mas o povo tem que me ajudar a escrever o próximo capítulo da história de Angola; a minha candidatura é para o povo. Estamos a criar já um amplo movimento de apoio a minha candidatura e todos aqueles que queiram fazer parte da mesma deverão dar a fotocópia do cartão eleitoral para poder na hora certa apresentar Ao Tribunal Constitucional. Podemos ver em cada esquina do nosso país as várias crises em que vivemos por isso temos que mudar o quadro cruel do país.


LUISETE ARAÚJO PODERÁ SER PAIXÃO DO ELEITORADO


As pessoas não escondem simpatia por Luisete. A candidata do povo como é conhecida e única mulher na corrida presidencial deixa bem claro que quer milhões de votos dos Angolanos, sente-se confortável quando é entrevistada pela imprensa. A Pré-candidata não tem currículo politico é cara nova no mercado isto agrada o povo e trás curiosidade. Luisete Macedo Araújo é neta materna de António Pedro Benje natural de Cabinda, preso político no então processo 50 e sobrinha de João Pedro Benge assassinado na rua Senado da câmara logo após o 25 de Abril de 1974.


MULHERES QUASE SEM DIREITOS


Luisete Araújo quer proteger as mulheres se for eleita presidente de Angola em 2009, com posições claras contra os maus tratos que as mesmas têm vivido em Angola. “ Vou envolver os media num crescente e ruidoso movimento, para que as mulheres conquistem espaço e dignidade de vida no país inteiro.
Luisete Araújo, desperta entusiasmo e amor ao próximo quando fala aos micros das rádios, diz que ama o país e que os governantes deveriam fazer o mesmo dando dignidade de vida ao povo, afirma ainda que: “Temos que tirar os nossos jovens do mundo das drogas e do alcoolismo, devemos acabar com a violência mental através de bons programas televisivos e criação de emprego.


TRAGO POLITICAS CLARAS PARA O POVO


Uma das primeiríssimas coisas que farei se for eleita presidente de Angola é tirar todos os doentes mentais e crianças da rua, dar-lhes uma nova oportunidade de vida através de um serviço médico de especialidade, fico com o coração partido quando vejo os doentes mentais – temos que tratar os nossos doentes. Que crescimento económico é este que deixa-os a viverem como animais? Trago políticas claras para o povo – temos esta tarefa de servir quando somos puder e não nos servirmos do povo.


LUISETE MACEDO ARAÚJO PROMETE:


Se for eleita presidente de Angola, quero ser uma presidente bem entrosada com o povo, saber como eles vivem, estar presente e sermos todos abençoados.